Tem havido ao longo da História da humanidade vários calendários em diversas partes do mundo, isto é, várias maneiras de contar a sucessão dos dias e das noites através do movimento observado dos astros.
Por estar na base do calendário gregoriano, destacamos entre eles o «calendário juliano», instituído pelo imperador romano Júlio César, cerca de 46 anos antes de Cristo. Este calendário tem anos de 365 dias, ditos anos comuns, e, de quatro em quatro anos, um ano de 366 dias (bissexto).
Na altura em que Júlio César promulgou o calendário juliano, considerava-se que o ano solar (intervalo de tempo decorrido entre dois equinócios da Primavera consecutivos) era 365 dias e 6 horas, isto é, 365 dias e mais um quarto de dia, justificando-se assim a introdução de um ano bissexto de quatro em quatro anos. Foi ao mês de Fevereiro que se acrescentou o dia suplementar, ficando com 29 dias em vez dos 28 que lhe estavam atribuídos nos anos comuns.
Por estar na base do calendário gregoriano, destacamos entre eles o «calendário juliano», instituído pelo imperador romano Júlio César, cerca de 46 anos antes de Cristo. Este calendário tem anos de 365 dias, ditos anos comuns, e, de quatro em quatro anos, um ano de 366 dias (bissexto).
Na altura em que Júlio César promulgou o calendário juliano, considerava-se que o ano solar (intervalo de tempo decorrido entre dois equinócios da Primavera consecutivos) era 365 dias e 6 horas, isto é, 365 dias e mais um quarto de dia, justificando-se assim a introdução de um ano bissexto de quatro em quatro anos. Foi ao mês de Fevereiro que se acrescentou o dia suplementar, ficando com 29 dias em vez dos 28 que lhe estavam atribuídos nos anos comuns.
